segunda-feira, 15 de março de 2010

Karl Marx era sociólogo ?!

Uma das "produções" mais absurdas do "marxismo cultural" foi transformar Marx em sociólogo !


Marx na Liga dos Comunistas. Marx por toda a vida foi um ativista comunista que tinha uma única intenção - destruir a sociedade democrática ocidental.

Criaram até um ramo da Sociologia para o marxismo, em pé de igualdade senão maior do que a sociologia originada em Comte e Weber !
É assustador a gente ver comunidades no Orkut, sobre Sociologia, onde a foto é uma foto de Marx !


Sociologia marxista... nada mais que doutrinação ideológica dentro das escolas.

Porém, não existe nada de sociologia no marxismo, a única intenção dos marxistas com essa ação é doutrinar jovens universitários para a ideologia cega marxista.
Na década de 1960-70 tais "mestres" marxistas mandaram para a morte na guerrilha comunista muitos jovens universitários.



Karl Marx escreveu na "Mensagem a Liga dos Comunistas" em 1850:

"Longe de opor-se aos chamados excessos, aos exemplos de vingança popular sobre indivíduos odiados ou edifícios públicos aos quais só se ligam recordações odiosas, não só há que tolerar estes exemplos mas tomar nas mãos a sua própria direção."

Os comunistas mundo afora seguiram as ordens de Marx, mataram milhões de inocentes dentro das nações onde assumiram o poder.
Como um homem que criou uma ideologia responsável por milhões de mortes pode ser sociólogo?



Vejamos qual foi a formação universitária de Marx.

Marx fez um ano (muito mal feito) de Direito em Bonn (1836) e depois estudou mais 5 anos (1837 a 1841, incluindo o curso normal e o doutorado) na universidade de Berlim no curso de Filosofia, sua tese de final de curso em 1841 foi sobre a filosofia de Epicuro.

Durante sua vida Marx foi um teórico ateu revolucionário socialista-comunista, todos seus escritos tiveram uma única intenção - destruir a sociedade em que ele vivia e odiava.


Marx fundou a Internacional Socialista com a intenção de organizar a revolução socialista por todo o mundo.


Os escritos de Marx tem como tema três assuntos:

1 - Crítica e ataques pessoais contra pensadores originais.
Onde podemos citar os seguintes:
- Critique of Hegel's Philosophy of Right
- The Holy Family or a Critique of Critical Critique (Contra os Jovens Hegelianos)
- On The Jewish Question (Contra Bruno Bauer)
- Theses On Feuerbach (Contra Feuerbach)
- The German Ideology (Contra os Jovens Hegelianos)
- The Poverty of Philosophy (Contra Proudhon)
- Comment on James Mill
- On Proudhon (Contra Proudhon)
- The conflict with Bakunin (Contra Bakunin)
- Political Indifferentism (Contra Proudhon)
- Conspectus of Bakunin's Statism & Anarchy (Contra Bakunin)
- Critique of the Gotha Program (Contra Lassalle)

2 - Crítica de Economia Política.
Onde podemos citar os seguintes:
- Economic & Philosophic Manuscripts
- Wage Labour & Capital
- Introduction to Contribution to Critique of Political Economy
- Pre-Capitalist Economic Formations
- Contribution to Critique of Political Economy
- Theories of Surplus Value
- Economic Manuscripts of 1861-63
- Value, Price, and Profit
- Capital: Critique of political economy.


"O Capital - Crítica de Economia Política".
O livro mais famoso de Marx não é um livro sobre sociologia, é um livro de crítica de economia política, como Marx não entendia nada de economia pois era filósofo e não economista, na verdade o livro é uma crítica POLÍTICA.
E foi isso que Marx fez por toda sua vida - política.


3 - Crítica aos acontecimentos revolucionários na França.
Onde podemos citar os seguintes:
- The Class Struggle in France
- The Eighteenth Brumaire of Louis Bonaparte
- The Civil War in France


Em 1848 Marx e Engels escreveram o Manifesto Comunista, um texto que incentivava a revolução comunista por toda a Europa, várias revoluções aconteceram, uma delas foi em Paris, onde os comunistas ocuparam parte da cidade por 72 dias.
Depois da derrota Marx escreveu um texto criticando os revolucionários e apontando os erros da revolução, tal texto foi editado posteriormente com o nome de "The Class Struggle in France".
Porém tal evento não tinha nada de "luta de classes", foi apenas mais uma matança causada por comunistas comandados pelo "sociólogo" Karl Marx.


Como podemos constatar acima, Marx jamais escreveu um livro sobre Sociologia.
Marx jamais escreveu um livro que tivesse intenção sociológica.
Marx apenas escreveu livros com a intenção de criticar, muitas vezes de forma maledicente e mentirosa, outras pessoas, os próprios socialistas e a sociedade - VISANDO UNICAMENTE - a destruição dessas pessoas e da sociedade.

Marx jamais teve a intenção de fazer ciência em prol da humanidade, o que Marx queria era destruir a sociedade vigente e implantar o sistema que ELE inventou, o "socialismo científico" (exposto no Manifesto Comunista), que com o qual, supostamente, a humanidade chegaria ao comunismo...
Coisa que jamais aconteceu, porque nem mesmo Marx sabia como tal sociedade seria !

É uma coisa ridícula, diante dos fatos, atribuir a Marx qualquer ligação com a Sociologia...
Mais ridículo ainda é coloca-lo como um "grande mestre" de Sociologia a frente de outros sociólogos que produziram grandes obras sociológicas para a humanidade.


Vejamos alguns textos de Karl Marx para comprovarmos a loucura que é classificar este homem como contribuinte para a Sociologia.

Marx escreveu na sua "Mensagem da Diretoria da Liga dos Comunistas" o seguinte:



"Compreende-se que nos conflitos sangrentos que estão iminentes, como em todos os anteriores, são principalmente os operários que, pela sua coragem, a sua decisão e abnegação, terão de conquistar a vitória.

Como até agora, os pequeno-burgueses em massa estarão enquanto possível hesitantes, indecisos e inativos nesta luta, para, uma vez assegurada a vitória, a confiscarem para si, exortarem os operários à calma e ao regresso ao seu trabalho [a fim de] evitar os chamados excessos e excluir o proletariado dos frutos da vitória.

Não está no poder dos operários impedir disto os democratas pequeno-burgueses, mas está no seu poder dificultar-lhes o ascendente perante o proletariado em armas e ditar-lhes condições tais que a dominação dos democratas burgueses contenha em si desde o início o germe da queda e que seja significativamente facilitado o seu afastamento ulterior pela dominação do proletariado.

Durante o conflito e imediatamente após o combate, os operários, antes de tudo e tanto quanto possível, têm de agir contra a pacificação burguesa e obrigar os democratas a executar as suas atuais frases terroristas.

Têm de trabalhar então para que a imediata efervescência revolucionária não seja de novo logo reprimida após a vitória.
Pelo contrário, têm de mantê-la viva por tanto tempo quanto possível.

Longe de opor-se aos chamados excessos, aos exemplos de vingança popular sobre indivíduos odiados ou edifícios públicos aos quais só se ligam recordações odiosas, não só há que tolerar estes exemplos mas tomar em mão a sua própria direção."

Karl Marx, 1850.

Dizer que um homem que pensa dessa forma e ordena a seus comandados comunistas para executarem "excessos de vingança" e incentivarem "atos terroristas" teve algo a ver com a Sociologia, que é uma ciência que visa o bem da humanidade, teve algo a ver com ela é loucura, demência.


Marx tinha uma vida noturna, passava a noite em bares conversando com os colegas revolucionário.

Marx escreveu no seu "Manifesto Comunista" o seguinte:



"Esboçando em linhas gerais as fases do desenvolvimento proletário, descrevemos a história da guerra civil, mais ou menos oculta, que lavra na sociedade atual, até a hora em que essa guerra explode numa revolução aberta e o proletariado estabelece sua dominação pela derrubada violenta da burguesia.”

"O proletariado utilizará sua supremacia política para arrancar pouco a pouco todo capital à burguesia, para centralizar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado,”

“Isto naturalmente só poderá realizar-se, em princípio, por uma violação despótica do direito de propriedade e das relações de produção burguesas

"Os comunistas rejeitam dissimular as suas perspectivas e propósitos.
Declaram abertamente que os seus fins só podem ser alcançados pelo derrube violento de toda a ordem social até aqui.
Podem as classes dominantes tremer ante uma revolução comunista
!"

Karl Marx, 1848.

Alguém dizer que um homem que pensa dessa forma e quer a derrubada violenta da sociedade, tem algo a ver com a Sociologia, é loucura, demência.


***


Principais sociólogos e suas obras:

Auguste Comte

Opúsculos de Filosofia Social
Curso de filosofia positiva
Discurso sobre o espírito positivo
Discurso sobre o conjunto do Positivismo
Sistema de política positiva

Émile Durkheim

As Regras do Método Sociológico
Suicídio: Estudo de Sociologia
As Regras do Método Sociológico
Ética e Sociologia da Moral
Sociologia e Filosofia
Educação e Sociologia
Lições de Sociologia
Pragmatismo e Sociologia
Introdução ao Pensamento Sociológico -

Vilfredo Pareto
Trattato di sociologia (1916)

Ferdinand Tönnies
Der englische Staat und der deutsche Staat,
Soziologische Studien und Kritiken
Fortschritt und soziale Entwicklung
Einführung in die Soziologie
Geist der Neuzeit
Soziologische Schriften

Georg Simmel
Über sociale Differenzierung
Einleitung in die Moralwissenschaft, [Introdução à Ciência da Ética]
Soziologie
Grundfragen der Soziologie, Berlin: Göschen, 1917 [Questões fundamentais da Sociologia]

Max Weber

Sociologia
Metodologia das Ciências Sociais
Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva.

Embora o termo "Sociologia" tenha sido criado por Auguste Comte (em 1838), que esperava juntar todos os estudos relativos ao homem, Montesquieu também pode ser mencionado como um dos iniciadores da Sociologia.


Correntes Sociológicas

1 - a Positivista-Funcionalista, de fundamentação analítica e científica. que tem como fundador Auguste Comte (Positivismo) e seu principal expoente em Émile Durkheim (Funcionalismo).



2 - a sociologia compreensiva, com matriz teórico-metodológica hermenêutico-compreensiva, que foi iniciada por Max Weber.



3 - e o marxismo, que de forma ideológica doutrinária, se infiltrou nas universidades e implantou essa mentira.




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Sobre a intenção de críticas a personalidade e a vida pessoal de Karl Marx

Quando falamos de aspectos da personalidade de Marx e de sua vida pessoal não estamos com isso querendo refutar o que ele escreveu, obviamente.
Isso fazemos com a refutação direta do que ele escreveu em seus textos.

Quando mostramos aspectos pessoais da vida de Marx estamos refutando o marxismo em dois aspectos:

1. Se um membro de uma instituição beneficente que dedica sua vida a cuidar de crianças carentes faz uma crítica a respeito das condições da vida de tais crianças nós temos que lhe dar crédito pois ele vive dentro da situação da qual está falando.
Quando um médico da organização "Médicos sem Fronteiras" faz uma crítica sobre a vida na África temos que lhe dar crédito, pois ele vive está situação.
Se uma pessoa se nega a ter as comodidades de uma boa vida e se desapega de toda os bens materiais e vai viver uma vida desapegada ajudando as pessoas em um asilo faz uma crítica a respeito da vida das pessoas que passam necessidade, temos que lhe dar crédito, pois ele sabe do que está falando, mas, quando uma pessoa que passou a vida toda vivendo as custas do dinheiro dos outros, uma pessoa que nunca trabalhou, é um mau caráter cínico e mentiroso, faz uma crítica moral contra pessoas dizendo que elas são burgueses exploradores, por bom senso não podemos dar valor a essa crítica, pois é a crítica de um degenerado que não tem moral para fazer uma crítica moral contra as pessoas e a sociedade em que elas viviam.
Em vista desse fato circunstancial, quando marxistas atuais dizem que falar da vida pessoal de Marx não afeta sua obra, afeta sim!
Afeta porque Marx fez uma crítica moral a sociedade liberal - que ele afirmava ser exploradora, porém, ele não tinha autoridade para fazer crítica moral a ninguém uma vez que ele própria era um imoral, devasso, vagabundo e explorador.

2. Outro aspecto a ser refutado é que o marxismo atual tenta dar a pessoa de Marx qualidades que ele jamais possuiu...
Tentam fazer de Marx um humanista, uma pessoa preocupada com os pobres, um sociólogo, um historiador, ou seja, tentam colocar Marx como se ele tivesse sido uma excelente pessoa preocupada em "salvar o mundo", coisa que ele jamais foi.
E os relatos das trapaças que ele praticou e de vida imoral que levou refutam essa intenção do marxismo atual.



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